| Conteúdos Programáticos em Syllabus: | 1) As dimensões de estudo da atividade educativa: a dimensão aprendizagem; a dimensão pessoal e relacional; a dimensão institucional; a dimensão social e cultural. 2) Análise sistémica das situações de educação. 3) Os níveis de análise das situações de educação: micro, meso, e macro sistémico. 4) As problemáticas próprias do nível micro sistémico das situações de educação: as atividades; os intervenientes; as relações interpessoais; e os ambientes/contextos. 5) A noção de Projeto Pedagógico. As questões que o Projeto Pedagógico suscita: a questão filosófica; a questão pedagógica; a questão teórica; e a questão didática. A prática pedagógica como expressão do projeto pedagógico. 6) A investigação sobre o ensino: as variáveis de eficácia pedagógica 7) As variáveis mediadoras cognitivas, sócio-afetivas e motoras que influenciam a participação do aluno nas situações de educação. |
| Avaliação: | A aprovação na disciplina pode ser obtida por Avaliação Contínua ou em Exame Final.
O modelo de avaliação contínua, desenvolvido ao longo do semestre, compreende as seguintes componentes: a realização de um trabalho de campo, em grupo, com elaboração do respetivo relatório escrito e duas apresentações orais; e a realização de um teste escrito de conhecimentos, individual. - O trabalho de campo tem por objetivo suscitar a aplicação dos conhecimentos promovidos na disciplina à análise de situações reais do contexto educativo e estimular a competência de trabalho de grupo. O relatório deste trabalho e as suas apresentações serão classificados numa escala de 0-20 (sendo que o relatório escrito será classificado até 15 valores e a apresentação oral final até 5 valores), de acordo com as regras apresentadas no documento “Normas orientadoras para a elaboração do relatório e apresentação do trabalho de campo”. - O teste escrito visa aferir o nível de domínio individual de conhecimentos de cada estudante.
A classificação final da avaliação contínua é obtida a partir das classificações de cada uma das tarefas descritas segundo a seguinte fórmula: NF= (Relatório do trabalho de campo e respetiva apresentação X 40%) + (Teste escrito X 60%)
Para poderem beneficiar do regime de avaliação contínua os estudantes terão de: • Ter um mínimo de dois terços de presenças nas aulas teórico-práticas; • Realizar duas apresentações do trabalho de campo, entregar o respetivo relatório escrito e participar nas tarefas realizadas ao longo das aulas teórico-práticas no âmbito do relatório e das restantes atividades inerentes; • Realizar o teste escrito. A entrega dos documentos sujeitos a avaliação deve ser realizada nos prazos estipulados no início do semestre. A nota mínima do relatório de trabalho de campo e respetiva apresentação é de 9,5 valores. Nestas condições, os estudantes que, na prova escrita: • Obtenham uma classificação inferior a 7,5 valores, reprovam. • Obtenham uma classificação igual ou superior a 9,5 valores serão aprovados na disciplina. • Obtenham uma classificação entre 7,5 e 9,4 valores: ou se a classificação final obtida por NF = (Relatório do trabalho de campo e respetiva apresentação X 40%) + (Prova escrita X 60%) for igual ou superior a 9,5 valores, são aprovados à disciplina; ou se a classificação final obtida por NF = (Relatório do trabalho de campo e respetiva apresentação X 40%) + (Prova escrita X 60%) for inferior a 9,5 valores, devem realizar uma prova oral. Sempre que os docentes encontrem algum motivo que o justifique, podem solicitar que os estudantes se submetam a prova oral, mesmo que estes obtenham uma classificação final superior a 9,5 valores. |
| Bibliografia: | Carreiro da Costa, F. (1996). Condições e factores de ensino-aprendizagem e condutas motoras significativas: Uma análise a partir da investigação realizada em Portugal. Boletim da Sociedade Portuguesa de Educação Física, n.º 14, Outono, 7-32. Hannoun, H. (1975). Os conflitos da Educação. Lisboa, Sociocultur. Piéron, M. (1999). Para una enseñanza eficaz de las actividades físicas y deportivas. Barcelona: INDE. Savater, F. (1997). O valor de educar. Lisboa: Editorial Presença. UNESCO (1980). O educador e a abordagem sistémica. Lisboa: Ed. Estampa. |