Os programas das escolas não podem dissociar-se da realidade do país onde são aplicados. O que funciona na Finlândia ou na Austrália dificilmente resultará em Portugal.
Passaram 50 anos entre os bancos da escola de Coimbra e o estrado onde hoje leciona, na Faculdade de Motricidade Humana, e a pergunta subsiste: “A escola vai servir-me para quê?”. Quem questiona é Margarida Gaspar de Matos, Psicóloga Clínica e da Saúde, Professora catedrática na área de Disciplinar de Educação da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, em entrevista ao Educação Internacional.
in Jornal Económico | 10/09/2019
O franchising de programas não resulta